Veneração a Ignorância – Uma visão política da Educação no Brasil

Não raro víamos Prêmios Nobel apresentados, louvados, ovacionados e difundidos através da mídia televisiva, escrita e radiofonizada. Pelo contrário, nos deparamos hoje com a hipocrisia midiática orquestrando valores ignóbeis, perversos, maculados, irresponsáveis, fajutos e que pretendem corromper ou já corromperam uma grande massa, parte da sociedade incapaz de orientar-se pelos próprios desígnios, catalisada pelo ódio destilado por líderes inescrupulosos e sem o mínimo de consciência cidadã, aptos e ávidos a comporem uma elite que se julga acima das leis e da ordem sob o manto da suposta defesa dos menos favorecidos, pelos auspícios da ascensão do chão da fábrica ao ápice da pirâmide social e política.

Não vejo com olhos de desconfiança, e sim com maus olhares o lema esquerdista da petista Dilma, recomendado pelo seu marqueteiro João Santana” – preso por corrupção, com relação a educação no Brasil. “Brasil: “Pátria Educadora”. A educação que é o ícone para que uma sociedade se restaure ou se eleve no plano do conhecimento e sabedoria não é mais disciplinada nas escolas brasileiras. Confundem-se discentes e docentes em um mesmo patamar, todos nivelados por baixo, não cultua-se mais os saberes científicos e sim as idiotices e aberrações das falácias filosóficas da área das humanas.

Perpetrou-se um discipulado, um cabresto malfazejo e ignominioso aos incautos pais, alunos e professores. Nossa educação não é mais uma capacitação intelectual e de civilidade, converteu-se em descortesia, grosseria, impolidez, incivilidade, brutalidade, rudeza, insolência e incorreção. Como objetos, fomos divididos por classes, minorias. Ricos e pobres, brancos e negros, mulheres e homens, homossexuais e heterossexuais, sulistas e nordestinos, polícia e sociedade, menores e maiores, nativos e imigrantes, direita e esquerda e por aí vai.

“Pátria Educadora”. Educação pode ser observada por vários prismas, dois deles bem definidos. Educação emancipadora e educação doutrinadora. Tanto uma como outra são “educação”. No entanto, o que se observa no desenrolar dos projetos educacionais brasileiros, nada mais são que espúrias falácias, discursos e teorias de um fracassado Gramsci. Nas ementas das disciplinas escolares, sensivelmente se perpetua a pérfida prática da doutrinação ideológica de um sistema falido, de um sistema pútrido pensado por um verme famigerado que o ano de 1818 concebeu, um parasita, um fracassado que o mundo ignorante acolheu, um irresponsável quanto as próprias finanças.

Temos uma produção grotesca de 14 anos de “educação doutrinária” da esquerda, um mal investimento astronômico em cifras na “educação” e um saldo negativo na qualidade educacional que margeia o irremediável. Como se não bastasse o fracasso nas ciências, vemos um malogro, uma total derrota nos princípios basilares que sustentam uma sociedade sadia.

Por derradeiro, a atenção no debate não é concentrada nos saberes científicos obtidos com suor, e sim, é transferida a quem com maestria tem o poder da persuasão, mesmo que este discurso seja baseado em vazios e eivados de sofismas.  Ícones da ciência que debruçaram suas vidas para entender e analisar química, física, economia, botânica, engenharia, história, entre tantas outras áreas do saber, com milhares dias de pesquisas, são ignorados pela escola, que acolhe a ideia superficial de um qualquer ignorante apoteótico que usurpou o poder pela falaciosa e enganosa promessa da igualdade social.

E aí está o resultado. Pasmos, ligamos a televisão e acompanhamos cabisbaixos e com desesperança a mais um capítulo da triste e malévola história de 14 anos de desgovernos… um claro reflexo da qualidade da nossa “EDUCAÇÃO”.

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