Sentimentos e emoções – Em busca da autocura

“O mal que desejamos aos outros, retorna para nós e se multiplica em nós:

A gente sofre mais, suja-se mais, perde amigos, perde o sono, e perde a saúde”

Certo dia um menino chegou a sua casa com muita raiva de seu coleguinha de escola, pois ele havia o humilhado diante dos outros. Seu pai ao perceber a situação sentiu que seu filho precisaria descarregar essa raiva de alguma forma. Então sugeriu que pegasse uma camiseta branca e um saco de carvão. Pendurasse a camiseta branca no varal e tentasse atingir ela com o carvão pegando um a um e jogando.

Não surpreendente foi o resultado que o menino se viu completamente sujo pelo carvão e a camiseta pouco fora atingida. Observando a cena o pai resolveu ensinar o filho que de nada adianta querer atingir o outro, pois estaremos atingindo a nós mesmos.

E analogicamente desenvolvendo esse exemplo acima podemos entender que nossas emoções jamais irão atingir o outro sem que nos atinja primeiro. Cada sentimento emite uma vibração e essas vibrações podem ser benéficas ou maléficas dependendo de sua origem.

Sentimentos que fazem parte da região inferior do mundo do desejo como ódio, raiva, rancor, mágoa etc… acabam por se manifestar fisicamente como doenças. No entanto podemos dizer que as doenças são a última instancia das emoções, tanto é que podemos até mesmo descobrir algo que sentimos devido a observação das mesmas. Por exemplo, uma pessoa que é perfeccionista e tem dificuldade de aceitar certas mudanças e padrões tende a desenvolver rinites.

Aí entra a importância de realizarmos diariamente exercícios de auto-observação não deixando que nossas emoções acabem tomando o controle de nossa vida.

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