Direitos humanos e segurança pública

É de salutar e plausível recomendação que protejamos os direitos naturais dos nossos con”cidadãos” dos arbítrios do Estado.

Nascido há muito, ainda no apogeu do império babilônico quando de umas de suas tábuas se fazia inscrever que se protegessem os mais fracos e se pusessem freios a autoridade, para que esta se contivesse no trato com os súditos.

Note-se que para a história geopolítica das civilizações, Direitos Humanos não é uma questão homogênea universalizada e unificada em torno de ideais absolutos ou de outorga e reconhecimento generalizado. Perde-se de fato esta condição de essência natural e fechada totalmente globalizada, para uma composição de trato cultural ou religioso regionalizado.

Naturalmente que temos no globo terrestre, culturas amplamente diversificadas e muitas vezes impregnadas de “maldades” as quais para nós ocidentais são absurdos, não obstante, para estes povos é natural e está associado a cultura. Estamos apenas a falar do mais superficial do direito natural. E, respeitar o sentimento cultural dessa gente, é respeitar os direitos humanos, desde que essa gente viva no seu mundo e não afete s meus direitos.

Hoje, somos então manipulados por uma imprensa insana e maculada com fetiches ignominiosos e pelo simples estofo da supremacia midiática, desvirtua o processo sistêmico para produção de eficácia do entendimento de Direitos Humanos por parte da plebe, levando até, algumas instituições que tendem neste norte ideológico, a buscarem guarida neste discurso massivo da mídia, ladeando a verdade que se obscurece nesse horizonte lastimável do mundo político.

O anseio desesperado por segurança pública dos brasileiros hoje, funda-se no ódio e na desesperança ao invés da busca dos ideais libertários das amarras ideológicas partidárias, fazendo dos defensores dos Direitos Humanos, monstros que defendem bandidos. Não obstante, somente eles é que aparecem sobrepujando a retórica e tripudiando sobre os valores da democracia e das liberdades individuais. Esquecemos que democracia é sinônimo de responsabilidade, o cidadão abre mão de parcela de sua liberdade e oferece-a ao Estado para que ele exerça a função protetiva de seus direitos face a seu próximo.

Vivemos de pura ilusão. Nos tornamos tão medíocres que aceitamos passivamente a imposição legal ideologizada nos bastidores de um fétido galinheiro planaltino. Este, impregnado de vícios e lascívia de empoderamento, onde o poder é sua própria finalidade.  Acreditem, incultos e com incapacidade de interpretarmos a mensagem subliminar da tela, estaremos fadados ao fracasso.

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