BIG-BANG – BRASIL COMUNISTA – QUASE CUBA

 

Um colapso de identidade sistêmica

 

É natural que quando falamos de política temos uma série de fatores para proposições e analise. Outra verdade é que tem-se diversificadas ideias individualizadas e bem pessoais a respeito. Naturalmente temos tendências multilaterais ora divergentes, ora convergentes em determinados tópicos da política ou, para melhorar a compreensão, diferentes cartas políticas de governo. Nesta acepção, buscamos uma ótica neutra com relação a tendência político partidária, até para não macular a especulação a respeito dos comentários sugestivos.

É notório que o Brasil passa hoje por um conturbado momento de sua história política e econômica sem falar nos perrengues que assolam todas as esferas sociais. A confusão ideológica dá-se início nos mandatos de FHC – PSDB, quando plantou pilastras ideológicas partidárias do socialismo assemelhados ao da França, parente de primeiro grau ou, uma máquina afinada a suavizar o caminho na instalação de um comunismo CUBANO. Neste raciocínio então, o Brasil não vive mais uma democracia e sim, atravessa uma dramática fase de sistema político arbitrário, onde o Estado permite os abusos de poder por parte do governo e favorece a impunidade e a corrupção.

O Brasil foi transformado por dentro e se assemelha hoje ao regime adotado pelo falecido líder Cubano. Não houveram reformas políticas no Brasil e sim uma lenta e gradual transformação sistêmica. Essa transformação radicalizada, no entanto sutil de FHC, propiciou às balizas comunistas dos moldes marxistas com a alimentação de ONGs, criação de sindicatos e instalação de grupos revolucionário de esquerda. No campo econômico o povo brasileiro sentiu o pesado e aviltante fardo tributário sobre seus ombros criados com a finalidade de arcar com as demandas financeiras dos programas sociais. Ainda olhando para este enfoque do sistema, temos um Estado indiferente com as liberdades individuais, controlador e extremamente paternalista. Tudo é “ditado” ou regulado por este monstro abstrato, como se o SER/TER fosse o absurdo humano. Regula a propriedade, regula a economia, enfim, em quase todos os setores da sociedade vemos esta regulação através da criação de múltiplas agencias. No entanto somos um povo pobre.

Não se pode falar de política no Brasil sem confrontar ideias partidárias. Os partidos brasileiros quase na sua totalidade tem viés socialista, não pelo propósito político de essência e sim pela facilidade de conquistar a simpatia das massas menos esclarecidas, ocultando os seus reais propósitos de totalitarismo, oferecendo um paraíso deslumbrante e um caminho fácil para as igualdades sociais e econômicas. Onde tudo é de todos, onde não há ricos nem pobres, nem opressor e oprimido. Nestas ideias, é natural trazer à baila o PSDB e o PT; ambos socialistas nas proximidades do comunismo. O primeiro com um discurso menos agressivo e que providenciou a implementação do sistema. O segundo totalmente radical e intolerante que pavimentou as bases fundadas pelo PSDB e hoje, é esse descalabro ou simplesmente este desgoverno pútrido e infame.

Essa transformação do Estado é sutil e bem orquestrada, a sociedade sente as mudanças, mas, não conhece o desfecho, a ideologia é lentamente inculcada enquanto o Estado vai sendo metamorfoseado e por derradeiro estará totalmente modificado e a sociedade incauta ou conformada literalmente fundida e pronta para a aceitação de um regime comunista.

Não temos hoje no Brasil uma consciência coesa, definida com objetivos firmes e claros a respeito do sistema, contra ou a favor, pois, como já foi aventado, a semeadura do sistema socialista foi aos poucos sendo implementada sem que a sociedade se desse conta desta nova concepção.  Há no entanto, um grupo de parlamentares com ideais libertários e entre eles figura o Dep. Jair Messias Bolsonaro (PEN) propondo uma nova forma de condução do Estado, oferecendo uma maior liberdade individual e econômica, fazendo com que esteja num inquestionável, considerável, consistente e crescente número estatístico de simpatizantes pondo em xeque o atual modelo de sistema. Ainda, se tem um grupo de maior coesão. São os patriotas, os cívicos que defendem a volta do sistema regimental militarizado.

De fato. Somos leigos, estamos cabresteados e nos encontramos a mercê de governantes corruptos e mal intencionados. Não somos um povo consciente, não temos culturalmente este perfil. No entanto, mudanças exigem sacrifícios e sacrifícios de toda ordem.

 

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